Tecnologia catarinense atua no combate a novos surtos de coronavírus

Algoritmo clínico, do Projeto Movimento Seguro, é capaz de barrar um possível contágio em série

23.09.2020

Para reforçar os cuidados de segurança na retomada de muitas atividades, principalmente onde há grande circulação de colaboradores como escolas, academias e empresas, o Projeto Movimento Seguro atua justamente na prevenção. Desenvolvido pelo pneumologista Dr Roger Pirath Rodrigues em parceria com a fisioterapeuta respiratória Flávia Carsten Duarte Rodrigues, o algoritmo clínico consegue rastrear funcionários de maior risco de contaminação e assim reduzir a possibilidade de um surto de Covid-19 no local, além de diminuir os custos com testes de laboratórios.

Em Santa Catarina a eficácia do sistema já foi testada e aprovada por uma rede de academias com unidades em Florianópolis, São José, Criciúma e Blumenau. “Com mais de 20 mil alunos sob nossa responsabilidade, precisamos estar sempre um passo à frente quando o tema é saúde. E o algoritmo tem nos orientado a como seguir da maneira mais segura. A experiência foi tão positiva que já levei a novidade catarinense para o Rio Grande do Sul e estamos aplicando na unidade de Santa Maria”, comenta o empresário Leo Yamada, proprietário da Fit Sul, franqueada da rede de academias Smart Fit. O projeto também conta com atuação em outros segmentos e estados como São Paulo e Paraná.

Como funciona

O processo começa através de um questionário clínico minucioso, feito de forma on-line e semanal com cada funcionário. Durante a triagem o colaborador responde perguntas sobre o seu histórico de saúde e possíveis situações de exposição de risco, informações fundamentais para uma análise mais assertiva da equipe de atendimento. Desta forma, o programa preventivo consegue rastrear e distribuir os profissionais conforme a classificação de risco. E quem estiver sob suspeita poderá imediatamente ser encaminhado para testes e diagnóstico preciso.

“Pessoas que estavam dentro da empresa, antes consideradas assintomáticas, agora podem ser identificadas de maneira mais rápida. Testamos e isolamos o colaborador de risco. E com isso pode ser evitado um surto entre funcionários e clientes e, até mesmo, um possível fechamento da empresa”, afirma Rodrigues.

 

Fonte: Assessoria de imprensa

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