Polícia Federal combate a entrada irregular de camarão e vinhos em Santa Catarina

Operação deflagrada nesta terça-feira cumpre 22 mandados de busca e apreensão em cinco municípios do Estado e duas cidades do Paraná

09.07.2019

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (9) uma operação para combater o descaminho de camarão congelado e descaminho de vinhos na fronteira entre Santa Catarina e a Argentina.

Ao todo, 22 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos nos municípios de Dionísio Cerqueira e Guarujá do Sul, no Oeste; Itajaí, no Vale; Penha, no Norte; e Palhoça, na Grande Florianópolis. As diligências também ocorrem em Barracão e Francisco Beltrão, no Paraná.

Batizada de Lagostino, a ação para combater a entrada irregular de produtos no país já resultou na apreensão de 19 veículos e cinco imóveis nesta manhã. A Receita Federal e a Força Nacional e do Ministério da Agricultura também participam da operação.

Durante o período de investigação, de acordo com a PF, a força-tarefa já havia apreendido outros 20 veículos utilizados para o transporte de camarão em uma van e carreta, caminhões e automóveis. O valor aproximado da carga chega a R$ 600 mil. Além disso, também foram retidas aproximadamente 20 toneladas de camarão, que somam cerca de R$ 800 mil.

Em nota, a PF informou que o valor das propriedades recolhidas serão usadas com o “objetivo de ressarcir os prejuízos que os investigados causaram à União”.

Investigação
Além das diligências desta manhã, a Polícia Federal investiga um homem suspeito de negociar preços dos vinhos argentinos no Brasil. Após o negócio fechado, as investigações apontam que o homem despachava os produtos por meio do Correios e transportadoras no Estado.

De acordo com os dados bancários do suspeito, ele recebeu cerca de R$ 1.250 mil em um período de 18 meses. O homem teve um imóvel e cinco veículos, inclusive alguns de coleção, sequestrados pela operação.

Os suspeitos devem responder pelos crimes de contrabando, descaminho, falsidade ideológica, uso de documentos falsos, associação criminosa e e favorecimento real. As penas variam de três a cinco anos de reclusão.

Fonte: ND+

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