Número de casos de dengue passa dos 250 em Santa Catarina

O número de casos confirmados de dengue em Santa Catarina continua subindo e chegou a 255 em 2019, conforme boletim da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC) divulgado nesta sexta-feira (26). Também aumentou o número de pacientes que tiveram febre de chikungunya: agora são três. As duas doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Em relação aos pacientes que foram infectados dentro de Santa Catarina, a maioria contraiu dengue no Litoral Norte.

Os pacientes que foram infectados em outros estados são moradores das cidades catarinenses de:
Florianópolis: 7 casos
Itajaí: 5 casos
Blumenau, Brusque, Joinville, Palmitos e Seara: 2 casos cada
Canoinhas, Faxinal dos Guedes, Orleans, Santo Amaro da Imperatriz, São José, São José do Cedro, São Miguel do Oeste, Videira e Xanxerê: 1 caso cada

Os prováveis locais de infecção são os estados de: São Paulo, Pará, Pernambuco, Mato Grosso do Sul, Acre, Alagoas, Goiânia, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Mato Grosso.

Febre de chikungunya
Todos os casos de febre de chikungunya foram contraídos fora de Santa Catarina, provavelmente nos estados do Pará e Rio de Janeiro. Os pacientes são moradores de Brusque, Florianópolis e Joinville.

Aedes aegypti
Não há casos de vírus da zika em Santa Catarina, outra doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. No estado, 85 municípios são considerados pela Dive-SC como infestados pelo inseto

Prevenção
A Dive-SC divulgou orientações para evitar proliferação do Aedes aegypti:

evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usá-los, coloque areia até a borda;
guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
mantenha lixeiras tampadas;
deixe os depósitos d’água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água;
trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
mantenha ralos fechados e desentupidos;
lave com escova os potes de comida e de água dos animais no mínimo uma vez por semana;
retire a água acumulada em lajes;
dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em banheiros pouco usados;
mantenha fechada a tampa do vaso sanitário;
evite acumular entulho, pois ele pode se tornar local de foco do mosquito da dengue;
denuncie a existência de possíveis focos de Aedes aegypti para a Secretaria Municipal de Saúde;
caso apresente sintomas de dengue, chikungunya ou zika vírus, procure uma unidade de saúde para o atendimento.

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