Cultivo de moluscos na Ponta do Papagaio, em Palhoça, é interditado

Demais localidades do município estão liberadas. Medida não interfere na Fenaostra, já que não estão sendo servidas ostras dessa localidade na festa.

08.09.2019

O cultivo de ostras, vieiras, mexilhões e berbigões foi interditado na Ponta do Papagaio, em Palhoça, na Grande Florianópolis, pela Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural. O bloqueio foi feito na última sexta-feira (6) por causa da presença de uma toxina diarreica.

A secretaria destacou que o fato não interfere na Fenaostra, que ocorre em Florianópolis, já que os restaurantes que servem frutos do mar na festa adquirem os produtos de maricultores da capital, onde não há a presença da toxina.

As demais localidades de Palhoça que possuem cultivo de moluscos estão liberadas, confirmou a secretaria. São elas: Passagem do Maciambú, Enseada do Brito, Praia do Cedro, Praia do Pontal e Barra do Aririú.

No estado, a interdição do cultivo ocorre também no Litoral Norte: em Balneário Camboriú e na Armação do Itapocorói, em Penha. Os municípios de Porto Belo e Bombinhas, na mesma região, chegaram a ter restrições, mas já houve a liberação.

Toxina
Se consumida por pessoas, a toxina pode causar náuseas, dores abdominais, vômitos e diarreia. O secretário da Agricultura, Ricardo de Gouvêa, afirma que o monitoramento dos moluscos é rotineiro e a liberação ocorre apenas com mais de um exame nos animais em que o resultado dê negativo para a presença da toxina.

O processo de aparecimento dessa substância é um processo natural, conforme a secretaria. A toxina é produzida por algas. Quantos mais elas se proliferam, maior a presença dessa substância nos moluscos. A toxina não faz mal para esses animais, mas deve ser evitada pelas pessoas.

Fonte: G1 SC

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