Rede Reviva abre sua primeira franquia, no Sul do país, com loja conceito no seu segmento

Divulgação/Assessoria

Um ano e meio de pandemia e desafios constantes para as empresas de varejo. Centenas fecharam, outras resistem enfrentando dificuldades e há aquelas que se reinventam e crescem. Entre essas está a Casa Reviva, que acaba de abrir a sua primeira franquia, no Sul do país, e na sequência chega também em Curitiba, reforçando a estratégia de entrada em importante região econômica do país.

A loja, no bairro da Lagoa da Conceição, em Florianópolis, faz parte da rede que reúne, além de roupas da marca própria, um coletivo de mais de 150 pequenos produtores de todas as regiões do Brasil, responsáveis pela elaboração de cosméticos, obras de arte e objetos de utilidade doméstica e decoração para manter financeiramente a ONG homônima que desde 2013 disponibiliza ajuda humanitária para crianças no Brasil e na África.

O modelo solidário de gestão na valorização dos pequenos produtores e artesãos nacionais e na produção e consumo de produtos ecologicamente  sustentáveis foi o que estimulou os empresários Bruna Dalzotto e João Hayashi a escolherem a Reviva. “Esperamos contribuir nas operações, na expansão e no propósito da Casa. Também queremos estar engajados dentro dos projetos da ONG Reviva”, dizem. O casal já foi voluntário no Recanto Maria Dolores em Ponta Grossa, no Paraná, com trabalhos voltados para crianças, jovens e suas famílias em situação de vulnerabilidade social, além de uma Casa Colaborativa que também incubava projetos sociais.

Condições favoráveis para franqueadores

“Além de negociar alugueis, quem tinha uma reserva conseguiu sobreviver a tantos períodos de abertura e fechamento de lojas sem ganhar, mas também não precisou fechar o negócio. Nós, felizmente, tivemos excelentes negociações com os nosso parceiros, conseguindo manter a tração de crescimento da marca para levar ao varejo mais propósito , diz Bruno Silvestre, um dos fundadores da Rede Reviva e responsável pelo comunicação das marcas.

As possibilidades começaram a ser ampliadas com a abertura do processo de franchising da marca em 2020. Até o final de 2022, o planejamento é abrir cerca de 20 pontos da Casa Reviva pelo Brasil. Bruno e Bia Marcelino, parceira de Bruno na empreitada, pretendem aumentar o faturamento, com o objetivo de atender mais pessoas.

Para abrir uma franquia, como a do Sul, o empreendedor deve investir de R$ 100 mil a R$ 250 mil, dependendo do tamanho da loja e estilo da curadoria. O faturamento previsto é a partir de R$ 60 mil. A rede cobra uma taxa de franquia, que varia de R$ 35 mil a R$ 70 mil. A taxa de royalties é de 4% a 7%. A margem de lucro gira em torno de 15%.

Em 2021, a Rede Reviva abriu também a sua primeira loja conceito digitalizada no Shopping Morumbi, em São Paulo. Há outras duas lojas conceito no Rio (Rio Design Barra e Rio Design Center Leblon), outra em Pinheiros, em São Paulo.

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