Cura Fotografia Feminina lança nova proposta de ensaio fotográfico

A marca destaca a pluralidade da beleza feminina, e propõe um olhar gentil para história de vida de cada mulher
Dayane Junges, engenheira civil fotografada pela Cura Fotografia Feminina
Divulgação

Toda mulher em algum momento já se sentiu julgada quanto ao seu corpo. As exigências por uma aparência de acordo com um padrão pré-estabelecido ainda ditam o comportamento social de exigir que as mulheres correspondam a uma beleza inalcançável. A Cura Fotografia Feminina é uma marca da fotógrafa catarinense Natália Brasil, com uma proposta de promover um olhar de acolhimento à beleza única de cada mulher.

Natália Brasil destaca que a fotografia pode ajudar as mulheres no processo de aceitação da sua imagem. “Você poderá sentir e perceber o quanto o seu corpo está diretamente ligado a mente e a alma. Está tudo conectado. E quando você consegue reconectar com você mesma, a cura interna é um sentimento maravilhoso e inexplicável.”, declara a fotógrafa e idealizadora da marca.

A engenheira civil Dayane Junges é uma das mulheres já fotografadas pela Cura Fotografia Feminina. Ela relata que, assim como muitas mulheres, já correu atrás do tão idealizado corpo perfeito. “Como a maioria das mulheres, eu passei a vida toda querendo um corpo diferente, desejando ter pernas grossas, bundão e barriga chapada, mas sempre fui uma magrela com uma barriguinha. Um dia resolvi mudar isso, decidi unir a paixão que eu tenho pela prática de esportes com a busca por um corpo diferente. Porém, treinar com o foco só estético se tornou insuportável para mim. Então, percebi que deveria começar a me aceitar do jeito que eu sou. Mas essa tarefa não é nada fácil.”.

No entanto, uma situação delicada de saúde fez com que a jovem passasse por uma transformação tanto de relação com o seu corpo, quanto com a percepção de o que seria um “corpo perfeito”. “Em 2017, descobri um câncer de mama, onde tive que realizar mastectomia total de mamas. Receber um diagnóstico de câncer é extremamente doloroso, juntando o fato de perder as mamas (que é um símbolo da sexualidade feminina), pra mim, num primeiro momento, foi de perder o chão. E de repente, a aceitação ao corpo tomou outro rumo, todo o resto ficou insignificante. Depois da cirurgia, vivi um período de luto, tive dificuldade em me olhar no espelho e cheguei a pensar que nunca mais teria coragem de me despir para alguém. Passado um tempo, resolvi realizar o ensaio, pois precisava exercitar um novo olhar para o meu corpo. Foi uma experiência maravilhosa, tanto pelo amparo profissional da Natália, quanto para que fizesse as pazes com o meu corpo e com a minha história”, conta Dayane Junges.

A fotógrafa ressalta que a Cura Fotografia Feminina promove a pluralidade da beleza de cada mulher. “Não estou aqui para dizer: abrace seus defeitos. Estou aqui pra mostrar que não são defeitos. Não importa se você é magra demais, gorda demais, ou qualquer outra definição que tente te limitar, ou impor, por algum motivo, que características do seu corpo sejam defeitos. O importante é amar o corpo que temos, porque ficar parada no tempo se odiando, é um desperdício de vida. Tenho a honra de mostrar para as mulheres o quanto elas são maravilhosas.”, finaliza Natália Brasil.

Sobre a Cura Fotografia Feminina

Para conhecer mais sobre a Cura Fotografia Feminina siga o Instagram: @curafotografiafeminina, ou acesse o site: www.curafotografia.com.br.

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