Delcídio, sua esperança não é do verbo esperar.

Divulgação

PREVISÕES: Cassado em 10/05/2016 pelo Senado e com os direitos políticos suspensos por 11 anos, o ex-senador Delcídio do Amaral (PTB) não poderá participar das eleições de 2022 e 2026. Assim só disputaria o pleito de 2030 com 75 anos de idade. Pelas peculiaridades de qualquer eleição, ‘data vênia’, a idade seria incompatível.

‘VIA CRUCIS’:   Difícil a vida do ex-senador em sua luta para se livrar das acusações e recuperar seus direitos políticos. Agora, a Justiça Eleitoral decidiu pelo envio do processo (corrupção e lavagem de dinheiro por propina aos diretores de Petrobras & Refinaria de Pasadena) para a 13ª Vara Federal de Curitiba, foro original competente.

ADVOGADOS: O que seria do país sem eles! A defesa de Delcídio quer conseguir do STF o mesmo entendimento do caso do ex-deputado Demostenes Torres (PTB-GO), liberado pela 2ª. Turma para disputar as eleições sob o argumento de que as provas que ampararam a sua condenação (gravações não autorizadas) eram ilegais.  

ESPERANÇA:  Enfim, no caso de Delcídio a sua esperança tem que ser do verbo ‘esperançar’ e não do verbo esperar (que é a simples espera). Já – a esperança do verbo esperançar é ir atrás, buscar, não desistir. Para Albert Schweitzer (Nobel da Paz em 1952): “a tragédia não é quando um homem morre e sim quando aquilo que morre dentro de um homem enquanto ele está vivo.”

PERSEGUIÇÃO:  Embora com apenas 2,9%, o Brasil – é tido como vilão na emissão de gases do efeito estufa, mas a lista dos maiores poluidores é essa: China 23,9% – EUA 13,6% – Índia 6,8% – União Europeia 6,8% – que são responsáveis por 51,2% das emissões.  Mas o ‘curioso’ é que a mídia só pega no pé do Brasil. As razões estão aí.   

 ‘OUTRO CASO’:“( )…Lula vem afirmando ter sido vítima da maior mentira da história  jurídica do país, transmitindo mensagem inverdade irá de ter sido absolvido. Não foi. Houve vitória jurídica, mas ele não foi absolvido. E se houver decretação da extinção da punibilidade em virtude da prescrição, será extinta sua punibilidade e também não terá sido absolvido. Ou seja, terá decorrido o prazo que o Estado tinha para acusar, processar e punir. Muito diferente de um exame final e conclusivo de mérito sobre as provas …( )…” (Roberto Livianu – Procurador de Justiça – doutor – USP)

ARAME FARPADO: Ele não detém os ladrões de gado. A saída foi o Governo do Estado criar a delegacia (Deleagro) de combate ao crime que cresceu devido ao preço da carne.  Sindicatos, Famassul, produtores rurais e os deputados comemoram. Afinal a pecuária é esteio da nossa economia. Merece ser bem cuidada. Parabéns governador!

PROSPERA?  Se antes o discurso dos ‘líderes’ da 3ª. via presidencial não convencia, agora piorou. Ciro Gomes optou pelo voo solo. Mesmo com pandemia, CPI e a mídia contra, a direita continua unida como mostram as pesquisas após as decisões do STF beneficiando Lula. E Ciro, atrairá mais gente da esquerda ou da direita? 

RUBEM BRAGA: “Um homem se recolhe, está só, em um quarto fechado, diante do espelho. Então acende todas as luzes e se olha bem no espelho. Então procura retirar a máscara. E descobre que ela já aderiu ao seu rosto, que ela é seu próprio rosto, descobre que não há máscara, ou que não há rosto verdadeiro.  O tecido é todo um, tudo se trança na mesma trama, o que foi vindo de fora, e o que vindo de dentro..( )…”

PILULAS DIGITAIS:

Na Itália, a corrupção conquistou a impunidade. Aqui, entre nós, ela quer a vingança. (Ministro Barroso)

Nunca aposte contra o Centrão. (Thomas Traumann)

A televisão de casa anda me perguntando se eu não tenho outra coisa a fazer. (Carlos Mallmann)

As pessoas não se lembram, mas o computador nunca esquece. (Marshall McLuhan)

Bons tempos aqueles em que, depois da tempestade, vinha a bonança. Hoje vem o tsunami.  (Carlos Castelo)

Foi só botar o pé fora para o vizinho me perguntar se eu ainda morava na casa. (Carlos Mallmann)

Facebook – virou uma passarela de vaidades sem auto crítica.

A pandemia está revelando as pessoas.

Fui sair e a porta lá de casa não me reconheceu e pediu a senha (Carlos Mallmann)

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