Bagagens de mão fora do padrão começam a ser barradas em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Goiânia

Passageiros que forem embarcar a partir desta segunda-feira (13) nos aeroportos de Congonhas, Guarulhos, Galeão, Santos Dumont, Porto Alegre e Goiânia e que tenham bagagens fora das especificações definidas pela ANAC serão obrigados a retornar ao check-in para o despacho, arcando com o respectivo custo.

A ação, que até então tinha caráter educativo, agora é pra valer e será coordenada por funcionários contratados pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).

Nos aeroportos de Curitiba, Campinas, Brasília e Natal o controle mais rígido começou em abril. Já em Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Salvador e Belém as bagagens começaram efetivamente a ser barradas no dia 2 de maio.

Qual o tamanho de bagagem de mão permitido?
As dimensões máximas permitidas para a mala de mão é 55 centímetros de altura (incluindo as rodinhas), 35 centímetros de largura e 25 centímetros de profundidade. É permitido apenas 1 mala e mais 1 item pequeno de mão, como bolsa ou mochila por passageiro. Quem exceder a quantidade de volumes ou as dimensões permitidas será barrado, ou seja, não vai conseguir ter o cartão de embarque escaneado para acesso aos raios-x, e será direcionado para a fila do check-in da companhia aérea para o despacho, arcando com o respectivo custo.

Nesse primeiro momento não será feito o controle de peso das bagagens, que no conjunto não devem ultrapassar 10 quilos. O foco será em itens claramente fora das medidas, ou em quantidade acima do permitido. Não vale mais a soma das medidas. A bagagem tem que caber por inteiro no gabarito, sem forçar o mesmo.

Os funcionários contratados pela Abear receberam treinamento específico para a função e terão gabaritos padronizados para conferir as bagagens.

Qual é o objetivo dessa ação?
As empresas querem evitar a todo o custo que cheguem ao portão de embarque bagagens fora do padrão permitido, coibindo eventuais abusos dos passageiros, e minimizando impactos na operação. Segundo a Abear, isso vai evitar atrasos no embarque e na partida de voos por conta da falta de espaço nos bagageiros dos aviões e dos despachos de última hora, que até então eram são feitos nos portões de embarque, muitas vezes sem custo.

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