90% dos usuários de telemedicina voltariam a utilizar o serviço, aponta levantamento da AsQ

Pesquisa ainda mostrou que 83% dos pacientes que usaram o serviço deixaram de ir ao atendimento presencial. O uso da telemedicina pós-pandemia também será debatido em workshop
Daniela Parizotto
Divulgação/Assessoria

A prática da telemedicina está liberada em caráter excepcional pelo Ministério da Saúde apenas até o fim da pandemia, mas ao que tudo indica veio para ficar. Levantamento feito pela AsQ junto à sua base de clientes aponta que no último ano foram realizadas mais de 85 mil tele consultas com médicos, enfermeiros e outros profissionais. Cerca de 90% dos pacientes afirmaram ainda que utilizariam o serviço novamente. Destes, 85% relataram sentir calma e tranquilidade para lidar com seu problema de saúde e 84% sentiram alívio da dor e sofrimento após o uso do serviço. O NPS (Net Promoter Score) do serviço é 89, uma pontuação classificada com nível de excelência, que indica a satisfação com o atendimento recebido.

“A telemedicina foi muito bem aceita e fez a diferença no cuidado na vida das pessoas. Conseguimos atender muito além das demandas relacionadas ao Covid-19. Muitos usuários buscam nossos canais para dar continuidade ao tratamento, para tirar dúvidas, procurando apoio em um momento difícil, ou mesmo numa emergência”, diz Daniela Parizotto, Gerente da Atenção Integral à Saúde.

Para além da qualidade assistencial, a Telemedicina pode ser a resposta para que os sistemas de saúde tornem-se mais sustentáveis. Cerca de 83% dos pacientes que utilizaram o serviço da AsQ deixaram de ir ao atendimento presencial. Dentre os 17% que precisaram de atendimento médico até 72 horas depois do teleatendimento, nenhum precisou de intervenção em hospitais ou internação. Ou seja, foram necessários apenas serviços de baixa ou média complexidade. A tecnologia ainda permite que prescrições e atestados sejam enviados pelo celular e que o histórico de saúde do paciente seja armazenado de forma segura em um prontuário digital.

A maioria dos pacientes (98%) ainda afirma que caso não houvesse teleassistência, iriam buscar atendimento presencial. Destes, 43% buscariam consultas eletivas, 39% iriam a serviços de pronto-atendimento e 16% iriam a hospitais. “Há evidências de que a telemedicina teve um papel importante para desafogar os serviços de saúde presenciais e manter pessoas e profissionais de saúde seguros, evitando aglomerações desnecessárias”, afirma Daniela.

Pós-pandemia

Para debater o futuro da telemedicina, apresentar dados do mercado e discutir quais serão as oportunidades e desafios deste modelo de atendimento no pós-pandemia, a AsQ realizará um workshop, online e gratuito, com o tema: “A Evolução e o Futuro da Telemedicina”.

O evento será no dia 30 de agosto, às 17h e terá a participação de Daniela Parizotto, Gerente de Atenção Integral à Saúde e Carla Biagioni, Diretora Técnica. A mediação será feita por Carla Hoffmann, Diretora Comercial. As inscrições podem ser feitas no link: https://conteudos.asq.com.br/workshop-evolucao-telemedicina

Sobre a AsQ

A AsQ é uma empresa nacional de gestão para o setor de saúde privada, com mais de 4 milhões de pessoas abrangidas em suas soluções. Atua na gestão em saúde, com análises preditivas e soluções personalizadas para atender às necessidades de empresas e operadoras. Incorpora algoritmos de inteligência artificial na gestão permitindo assim, a tomada de decisão mais assertiva, melhor qualidade assistencial e menores custos. A AsQ quer revolucionar o setor de saúde e tem respostas para tornar as empresas mais saudáveis e eficientes.

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