Debates na TV. decidem  eleições?

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O GOLPE: Candidato a governador é a gentileza em pessoa. Nos telefonemas para tentar seduzir lideranças do interior, não faltam promessas e até oferecimento de espaços na futura (?) administração. Ao final, diz que após eleito ao governo – estará à disposição através do mesmo número de telefone. Mas após as eleições, o telefone de campanha é bloqueado e não se consegue falar com o vencedor. Sempre assim… 

CONVENHAMOS! 10,26% dos votos decide uma eleição no 2º turno. Mas os demais candidatos ao Governo, entendem que o ganho com o apoio do PT ao Governo seria menor do que as perdas pelo espaço e apoio ao candidato Lula. Não compensaria. Um casamento duvidoso, pois os candidatos do PT ao Planalto não têm tido bom desempenho aqui no Estado.

DEBATES: No saguão da Assembleia Legislativa questionaram-me da importância dos debates na TV pelos candidatos ao governo. Nos ‘States’, no Brasil e aqui os debates influenciaram a tendência do eleitorado. Foi assim com Kenedy e Nixon; Collor e Lula, Reinaldo e Odilon. Como no Tribunal do Júri, só por uma frase infeliz o candidato pode vencer ou perder.

A DIFERENÇA:  Nos ‘States’ os parlamentos estaduais gastam 6 meses só estudando o quanto disponibilizarão para o Orçamento do ano seguinte para o Executivo usar. Lá, caneta fica com os deputados. A revelação é do deputado Lídio Lopes (Patri) presidente da Unale, que participou da Conferência dos Legisladores Americanos de Denver e Washington. Aqui orçamento vem pronto do Executivo (em cima da hora) para ser aprovado a toque de caixa.  

PÉROLA:  Ex-presidente Lula (PT) morde a língua. Culpa o presidente Zelensky da Ucrânia pela continuidade do conflito. O motivo? Zelensky não quer sair dos holofotes da mídia mundial. Seria como inocentar o estuprador e culpar a mulher vítima por usar roupas sensuais. Dizer que há um estímulo de ódio contra Putin é ter visão equivocada dos fatos. E Lula não lamentou pelas vítimas e nem se disse uma palavra de solidariedade ao povo da Ucrânia. 

UMA LENDA! Aos 96 anos Ibrahim Abi-Ackel chega à Academia Brasileira de Letras após derrotar Luiz C. Abritta numa eleição acirrada. Mérito de quem começou como vereador em Manhuaçu (MG-1955), deputado estadual em 1962, deputado federal por 5 mandatos, ministro da justiça (1980/85) e secretário da justiça (MG) no Governo Aécio Neves (2007). Seu filho, Paulo Abi-Ackel é deputado federal (PSDB) no 4º mandato e seu neto Henrique Abi-Ackel é desembargador do TJMG.  

FOLCLORE POLÍTICO: Ministro da Justiça, Abi-Ackel tentava convencer a então veterana atriz Ruth Escobar de desistir de levar o teatro aos presídios. Advertiu que ela corria inclusive o risco de ser estuprada ‘daqui a 10 anos’ quando os detentos já estivessem em liberdade. Aí Ruth ironizou com humor a ameaça: “Pois é ministro – um estupro daqui a dez anos, até que pode ser um bom negócio”.

ARREDIOS?  Parecem que sim. Mas na mesma linha de raciocínio é de se questionar se nossos candidatos estão preparados para dialogar ‘numa boa’ com as mais diferentes ‘tribos’ de jovens. Parece existir um espaço ou degrau entre a classe política e o pessoal  de cabelos pintados, piercing, tatuagens e outros hábitos, valores e posturas nem sempre aceitas pacificamente.

PILULAS DIGITAIS:

“Eu torço para o Bolsonaro, torço para o Lula, oro para os dois”. (Marquinhos Trad)

“Não ter vaidade é a maior de todas”. (Millôr Fernandes)

“Todo homem adulto deveria mover um navio morro acima uma vez na vida”. (Werner Herzoq)

“Um homem se humilha/se castram seu sonho/seu sonho é sua vida/e a vida é seu trabalho” ( Fagner – Guerreiro Menino)

“O homem é o lobo do homem”. (Thomas Hobbes)

O melhor do União Brasil é o seu Fundo Partidário: R$1bilhão. (na internet)

Sergio Cabral em cela sem ar condicionado não pode. Perseguição! ( na internet)

“O que, afinal, está acontecendo com o Lula”? (Malu Gaspar – O Globo)

“Como posso dar golpe se já sou presidente”? ( Bolsonaro)

Somos todos a favor da livre expressão, desde que ela não contrarie o que a gente pensa.  (na internet).

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