Candidato não pode errar no tom do discurso   

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DO LEITOR: “Ganha eleição aquele candidato que se comunica de forma correta e no tempo certo para públicos diferentes, receptivos ou não”.  Na carona da tese digo que o candidato precisa achar o tom certo da campanha que abrigará o seu discurso. É comparável ao tom adotado pelo cantor na interpretação da melodia. Cantor e candidato fora do tom não fazem sucesso. 

‘SACO DE GATOS’: Claro, nesta fase eleitoral há verdades, fantasias e ilações enquanto se afia as facas. Um amigo questiona as situações ‘curiosas’ de candidatos locais em relação às candidaturas ao Palácio do Planalto. Até onde irá a fidelidade ou coerência deles? Será que eles estariam mesmo preocupados com a reação dos eleitores?

COMPLICADO: A fidelidade política de qualquer candidato é relativa. No fundo ele olha apenas o próprio umbigo – não força a barra – deixa o eleitor à vontade para escolha de nomes aos outros cargos.  Como a eleição presidencial será polarizada entre Bolsonaro e Lula, é possível que ambos sejam referências de posicionamento e influenciem no pleito em MS.

DE LULA:  “…( )…Não esperem de mim ressentimentos, mágoas ou desejos de vingança. (…) Queremos construir um movimento cada vez mais amplo de todos os partidos, organizações e pessoas de boa vontade que desejam a volta da paz e da concórdia ao nosso país. (…) Chega de ameaças, de suspeições absurdas, chega de chantagens verbais,  de tensões artificiais. O país precisa de calma e tranquilidade para trabalhar e vencer as dificuldades atuais. ”

EDUARDO CUNHA:  “Eu vejo espuma demais e pouco conteúdo. Eu não vejo risco à democracia, eu nunca vi qualquer tipo de risco ou golpe… ( )… Bolsonaro tem uma diferença na forma de tratar as coisas e carrega uma grande oposição da mídia brasileira porque ele foi o único presidente que conseguiu substituir a interlocução com a população por meio da comunicação direta sem ter que ter uma reverberação com a mídia. ”

ENTRE ASPAS: “A grandeza moral de uma nação tem seu alicerce na conduta de seus cidadãos. São eles, através de suas ações, que darão sustentação ética para formação do “caráter” nacional. Um povo sem caráter, em que pesem as riquezas que possam advir do progresso econômico, se resume numa triste caricatura de país…( )…” (Luiz C. Varella Prati – Zero Hora-RS)

PENSANDO BEM… Tudo bem que os políticos são competentes em matéria de gastança nas campanhas eleitorais. Mas neste pleito haverá muito dinheiro, legal por lei, sem choro e sem vela. Os mortais se assustam com tanta grana já reservada para ser torrada de maneiras diversas. E, será possível fiscalizar a aplicação destes recursos? Sinceramente tenho minhas dúvidas. E você?

ORAÇÃO DA SERENIDADE:  Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas das outras.

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